Holofote

Pablo Adame revela detalhes da sua saída do Pagode do Adame e fala sobre crises de ansiedade

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O empresário e músico Pablo Adame, fundador do Pagode do…

O empresário e músico Pablo Adame, fundador do Pagode do Adame, revelou detalhes sobre sua saída do grupo em 2025. Em entrevista ao programa O Que Tá Rolando, da FM O Dia, o artista contou que deixou o projeto contra a própria vontade, após uma decisão tomada em conjunto com os sócios.

Segundo Pablo, os investidores entenderam que a permanência dele nos palcos poderia comprometer a continuidade do grupo. “Se você continuar no palco, vai acabar”, teria ouvido dos sócios durante o período que antecedeu sua saída.

“Não foi uma escolha minha, foi uma escolha interna entre os sócios junto comigo. Foi contra a minha vontade, mas, no momento ali, era bom para mim, para a pessoa, e bom pro grupo”, explicou o músico durante a entrevista.

Pablo também contou que já existia um desgaste na convivência entre as partes. De acordo com ele, questões internas envolvendo o trabalho, os sócios e a própria estrutura do grupo fizeram com que a situação chegasse a um ponto difícil de administrar.

“Já tava desgastado, né, o trabalho, assim, a convivência. Estavam acontecendo muitas coisas que não tava legal”, afirmou. O músico, no entanto, destacou que a saída não significou o abandono das responsabilidades financeiras com a equipe.

Durante a conversa, Pablo também falou sobre o período delicado que enfrentava enquanto ainda estava à frente do projeto. O artista revelou que passou por crises de ansiedade e que as dificuldades pessoais acabaram afetando sua rotina profissional. “Tava acontecendo algumas coisas que não tava me fazendo bem”, contou.

“Faltei show, faltei algumas participações, mas não deixei de honrar com ninguém. Todo mundo recebendo normal”, afirmou.

Outro ponto destacado por Pablo foi a estrutura empresarial que existe por trás de um projeto musical. O fundador do Pagode do Adame explicou que, em muitos casos, o público associa o grupo apenas aos artistas que aparecem no palco, mas existem sócios e investidores envolvidos na administração. “É até importante a gente ilustrar pra galera, porque muita gente não entende que um grupo não pertence só àqueles integrantes.”, explicou.

A declaração ajuda a contextualizar a decisão que levou ao desligamento de Pablo e mostra que a trajetória de um grupo musical também envolve decisões empresariais e administrativas.

Durante a entrevista, Pablo também relembrou uma fase anterior à carreira musical. Antes de se dedicar ao pagode, ele teve uma passagem pelo futebol e chegou a integrar as categorias de base do Vasco.

O recorte completo da entrevista está disponível no canal da FM O Dia Tv, assista:

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