Holofote

Ferrugem apresenta “Sentimento”, seu novo álbum de estúdio

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Foto: Divulgação

Quem nunca colocou a mão no peito ao ouvir uma música do Ferrugem que atire a primeira pedra! E, se ainda não aconteceu com você, a hora é essa! O artista lançou, nesta quinta-feira (22), em todas as plataformas de áudio, seu mais novo álbum de estúdio, “Sentimento”. Ouça aqui.

Com 12 faixas inéditas, “Sentimento” nasce de uma ideia simples e poderosa: Ferrugem sempre foi sinônimo de emoção. Amor vivido, amor perdido, superação, alegria, entrega. A palavra, repetida incontáveis vezes por fãs nas redes sociais, nos shows e nos comentários espontâneos, deixou de ser apenas definição para se tornar conceito e título do disco. Não por estratégia, mas por verdade.

“Esse álbum nasceu do que eu escuto das pessoas há muitos anos. Sempre me falaram que a minha música tem sentimento, que acompanha momentos importantes da vida delas. Eu quis devolver isso em forma de música, de imagem, de conceito. Sentimento é sobre conexão, sobre verdade e sobre cantar o que a gente sente sem medo”.

FERRUGEM

O álbum dá sequência a uma fase artística extremamente sólida do cantor, que já apresentou ao público os singles “Apagar” e “Arrependidaço”, rapidamente abraçados pelos fãs e figurando entre as faixas mais ouvidas do país. As canções antecipam o clima emocional do projeto e reforçam a conexão direta de Ferrugem com quem o acompanha.

“Sentimento” aprofunda o olhar sobre a relação entre artista e público e ganha um audiovisual à altura dessa conexão. Gravado no Teatro Municipal de Niterói, o projeto é apresentado em um formato inspirado nos programas de TV dos anos 70, com referências aos clássicos do samba e do jazz. O cenário aposta em tons e iluminação quentes, com cortinas de veludo vermelho, criando uma atmosfera de intimidade e dramaticidade.

No vídeo, Ferrugem canta as 12 faixas como se estivesse em um grande programa musical, e cada canção é tratada como um capítulo emocional. A proposta é romper rótulos, afastar o pagode de leituras automáticas e apresentar a obra como algo mais amplo, artístico e sentimental.

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