• Duda Gimenes

Zezé Di Camargo marcou presença no Resenha Proibidona, programa da FM O Dia, e bateu um papo revelador com Leo Dias e Dedé Galvão.

O cantor contou que não se arrepende de nada que fez na sua vida profissional, mas que na amorosa já são outros quinhentos…

“Os erros trazem muito aprendizado pra gente. No lado profissional, acertei muito não posso me culpar de nada. Acertei demais em termos de música e números, tenho mais de 460 músicas gravadas e canções que viraram hino”, disse Zezé.

Ele completou afirmando que, hoje, teria feito diferente em seu aspecto amoroso e pessoal:

“Para o lado pessoal, talvez eu tivesse conduzido a minha vida amorosa de uma maneira diferente quando me apaixonei por uma outra pessoa. Até pras coisas irem se acomodando.”

“A gente vendeu no filme [2 Filhos de Francisco] uma imagem de uma família perfeita, e eu não quis ver antes de ir pra tela. Algumas coisas, pequenas coisas, são de ficção e teria mudado. A cena da composição de ‘É o Amor’, não tem nada a ver. Estava compondo sozinho enquanto todos dormiam, mas o diretor achou que seria mais interessante daquela forma. O filme é muito real, só umas duas ou três cenas são fictícias”, finalizou.

Papo vai, papo vem… E eles conversaram sobre Zezé ser uma inspiração pra outros cantores.

Imagina compor e se tornar íntimo do seu próprio ídolo?! Foi isso que aconteceu com Gusttavo Lima e Zezé Di Camargo.

Zezé é a inspiração de Gusttavo. E ele contou sobre o que rolava entre os dois, assim que foi chamado pra produzir um disco com o cantor:

“O Gusttavo, quando ele surgiu na música, foi na minha casa e postou ‘Tô conhecendo o ídolo da minha vida’. Gusttavo me convidou pra produzir um disco dele, com ele, na época. No começo ele falava que gostava muito de cantar por causa de mim. Eu ia pra casa dele pra jantar, e eu até falava ‘Gusttavo eu não quero me ouvir mais não’. Ele botava só música minha pra a gente ouvir, eu já me escuto a vida inteira (risos).”

É mole?! Já anotou o que não fazer na frente do seu ídolo?