• 04 de março de 2022 às 14:37h
  • Clara Oliveira

Antes de se encontrar no pagode, Suel cantava sertanejo e chegou também a se aventurar no funk e no rap. Em entrevista ao podcast Bulldog Show, apresentado por Tuka Carvalho e Samyra Ponce, o compositor relembrou tais fases e revelou quem foi o responsável por trazê-lo ao atual gênero.

“Minha primeira paixão na música realmente foi a música sertaneja. Na época, tinha aquele programa do Gugu, o Sabadão Sertanejo, e eu ficava acordado, era criança, assistindo todos os cantores. Gian e Giovani, Chitãozinho e Xororó, Leandro e Leonardo. Eu ficava brincando de ser os cantores que iam no programa”, contou.

“Pegava o pente da minha mãe, alguma coisa do tipo, e ficava cantando. Eu era muito novo, então não entendia direito. Gostava da musicalidade, da abertura de voz, mesmo sem entender. Fui influenciado por programas de televisão”, completou.

Suel também tinha uma dupla! “Logo depois, eu comecei a cantar funk e rap na escola. Tinha uma dupla com um amigo chamado Maurício. Era Suel e Maurício. A gente cantava só na escola que estudávamos”, explicou.

Mas a cereja do bolo mesmo veio depois… O encontro Suel x Pagode aconteceu também por causa de um programa de televisão, e o artista que fez com que o cantor decidisse investir no segmento foi Alexandre Pires, à época, vocalista do grupo Só Pra Contrariar.

“Um pouco mais tarde, veio o programa Som Brasil, que tinha especial de rock e de vários outros ritmos. Quando foi o especial de pagode, que eu vi o Só Pra Contrariar, eu já tinha ali meus onze ou doze anos, eu falei: ‘cara, eu quero ser igual a esse cara, o Alexandre Pires’. A música que tava estourada era “Depois do Prazer”. O solo era de violão, eu falei: ‘pô, é isso, cantar e tocar violão, esse tipo de música que eu quero fazer'”, declarou.

Confira a entrevista completa: