• FM O Dia

A ativista Luisa Mell está no centro de uma polêmica. Ela foi acusada de roubar o cachorro de uma família. E se tem polêmica, vira assunto do Resenha Proibidona, programa que vai ao ar toda quarta-feira, a partir das 20h, na FM O Dia. Leo Dias fez uma análise do caso e deu o seu panorama. No momento da entrevista, ele estava tentando contato com ela, mas Luisa estava com a família e não quis se pronunciar no momento. Ela, inclusive, fez uma publicação em seu Instagram, que a gente vai mostrar no final da matéria.

“É uma raça muito rara (BORZOI). Parece que só tem 12 animais desse no Brasil (…) Ela chegou com um mandado, entrou na casa da família, retirou esse cachorro que, segundo ela, estava sofrendo de maus tratos, tava muito magro.

Dias depois, foi noticiado pelo Instituto Luisa Mell a morte desse animal. Só que parece que, semanas depois, veio a público informações de que o animal não morreu, foi pra casa da Luisa Mell”, disse.

Leo Dias pede cautela e acha que os fatos devem ser analisados com calma. Dedé Galvão também acha que há uma tentativa de “cancelamento”.

“Esse assunto é muito delicado (…) A Luisa é muito competente no que ela se propõem a fazer”, destacou Leo. 

Leia o pronunciamento e a defesa de Luisa:

 

Sobre as falsas acusações de “roubo de uma Borzoi” que circulam nas redes sociais: trata-se ação penal contra Gabriela Sertorio Bueno de Camargo, onde mais de 140 cães, incluindo uma cadela da raça Borzoi foram apreendidos pela POLÍCIA em cumprimento a uma ordem judicial de busca e apreensão no canil da Gabriela Bueno, depois de denúncias de criação irregular de cães e tráfico de drogas. A Borzoi estava há dias, sozinha, em um quarto escuro e sem janela quando a polícia chegou. Quem determinou quais cães seriam apreendidos foram as autoridades públicas, tendo o Instituto Luisa Mell apenas cumprido determinações das autoridades policiais. No local que não era uma clínica veterinária, foram encontradas cadelas suturadas com linha de pesca, anestésicos e tesouras cirúrgicas, drogas, além de foto da Gabriela que não é veterinária em uma cesária. A justiça tentou por mais de 1 ano encontrar Gabriela Bueno para que se defende-se nos autos da ação penal (processo 1510414-41.2018.8.26.0587) que reponde por tráfico de drogas, maus-tratos de mais de 140 animais e exercício irregular da profissão de médico veterinário. Sem sucesso depois de mais de um ano na tentativa de encontrá-la, a juíza entendeu que ela sabia da ação e a deu como citada esse mês. Gabriela vem há meses perseguindo as autoridades policiais e as pessoas do Instituto Luisa Mell. Já foi condenada liminarmente a manter distância e na semana passada, condenada a remover das redes sociais diversas acusações caluniosas, como a que uma Borzoi teria sido roubada, mas ainda não foi localizada pelo oficial de justiça (processo 1001516-91.2021.8.26.0587). Gabriela tentou ainda uma liminar em um habeas corpus na justiça em maio desse ano, pedido que foi negado pelo Tribunal de justiça de São Paulo que, após analisar liminarmente o processo, entendeu manter a ação penal contra ela. O Instituto Luisa Mell sempre esteve à disposição das autoridades policiais e está tomando todas as medidas judiciais contra as pessoas que vem espalhando acusações mentirosas e criminosas contra nós, incluindo a própria ré, Gabriela Sertorio Bueno de Camargo, entre outras pessoas.