Os holofotes sempre fizeram parte da vida de Gustavo Lins, que em 2003, aos 16 anos, lançou o disco “Pra ser feliz” e cravou seu nome nas paradas de sucesso. Tempos depois, o artista, que lançou um álbum por ano até 2006 e se destacou no meio do samba e pagode, deu uma desacelerada na rotina e o “sumiço” foi muito comentado.

Em entrevista ao Brito Podcast, Gustavo, que assinou recentemente com o escritório Gold Produções, mesmo de Ferrugem e Xande de Pilares, falou sobre sua trajetória e o período afastado dos palcos.

Iniciar a carreira na adolescência, de acordo com ele, fez com que aprendesse a lidar com o sucesso na marra.

“Tudo meu foi meio aos trancos e barrancos. Eu fui aprendendo já com visibilidade, porque eu estava ali, exposto. Foi tudo muito intuitivo”, iniciou.

O compositor pontuou, ainda, que tudo o que construiu no início da carreira foi fundamental para que seu trabalho fosse sempre lembrado.

“O que eu plantei acabou superando momentos de ausência. Foram justificados, talvez, pela minha própria obra apresentada no curto espaço de tempo”, declarou Gustavo.

“Eu acho que foi bastante intenso [o início da carreira], né, e isso me deu uma gordura pra eu poder me desenvolver, buscar minha identidade como artista”, finalizou.