• Marco Serra
Bregafunk-capa

O ano tá acabando e 2019 trouxe muita musica boa pra gente. A tendência do ano foi a mistura de ritmos, levadas e variações nada convencionais, sertanejo “insano”, funk 150bpm  e pagonejo. Em busca de novos horizontes, o “brega funk invadiu com força o Brasil. 

O ritmo, que veio de Recife, dominou o país inteiro. O primeiro hit que tomou proporções nacionais foi a “Envolvimento”, da MC Loma e as Gêmeas Lacração, ainda em 2018. Mas nada comparado com 2019, onde artistas que antes nunca tinham lançado nada parecido se renderam ao estilo. Como exemplo: a funkeira Tati Zaqui, que soma mais de 100 milhões de visualizações com a música “Surtada”. 

Mas antes do boom de “Surtada” em todo Brasil, muitos artistas já estavam envolvidos e produzindo dentro do brega funk em Recife. Schevchenko e Elloco eram os principais artistas da cena. Tudo nasceu de uma mistura, segundo Schevchenko: ”Hoje o brega funk é um ritmo mais animado, mais envolvente. É a mistura da batida nossa que é o tecno brega, com beat de funk, rap, trap e assim a gente sai montando a batida”.

 

Um dos pilares do brega funk é certamente a dança, assim como fala Felipe Original, que fez o remix que mais bombou em 2019, “Hit Contagiante”: “É uma batida envolvente, que chegou a muitos grupos de coreografias. Isso ajudou a expandir, junto com a divulgação pelo Instagram.” E na onda das danças, o meme que chamou mais atenção para o estilo musical foi o “gordinho dançando hit contagiante”. Por mais incrível que pareça, muitos conheceram o ritmo graças a esse meme.

E 2020 promete pro brega funk, que agora só está em ascensão. Vamos aguardar e ver até onde ele pode chegar!