Espetáculo Musical Infanto-Juvenil “A Gaiola”

Imperator - Centro Cultural João Nogueira

LOCALIZAÇÃO

ATRAÇÕES: Carol Futuro e Pablo Áscoli

DATA: 11, 12, 18, 19, 25 e 26 de Março

HORÁRIO: Sábado e Domingo (16h)

LOCAL: Imperator – Centro Cultural João Nogueira

ENDEREÇO: Rua Dias da Cruz, nº 170, Méier

TELEFONE(S): (21) 2597-3897

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A GAIOLA – ESPETÁCULO MUSICAL INFANTO-JUVENIL ESTREIA DIA 11 DE MARÇO NO IMPERATOR 
 
Indicado a 18 categorias em prêmios no teatro infantil carioca, A Gaiola retorna aos palcos cariocas após turnê de sucesso pelo Brasil. A história de amor e separação entre uma menina e um passarinho, que há dois anos rendeu uma indicação ao Prêmio Jabuti à escritora Adriana Falcão pelo livro infanto-juvenil A Gaiola, após realizar turnê de grande sucesso por 4 estados brasileiros em 2016 – CCBB Brasília (14/7 a 24/7), CCBB Rio (29/7 a 28/8 e 22/10 a 20/11), CCBB Belo Horizonte (3/12 a 19/12) e em 2017, no CCBB SP (6/1 a 28/1) – retorna aos palcos cariocas. O espetáculo foi sucesso de crítica e público, sendo indicado a 10 categorias no Prêmio de Teatro CBTIJ e 8 categorias no Prêmio Botequim Cultural. 
 
Com adaptação da própria autora e de Eduardo Rios, a peça estreia em 11 de março de 2017 e faz CURTÍSSIMA TEMPORADA até 26 de março, no Imperator – Centro Cultural João Nogueira. No palco, os personagens de Carol Futuro e Pablo Áscoli iniciam uma história de amor quando o passarinho cai, ferido, na varanda da casa da menina: “É uma história que aborda temas delicados, mas fala também de reinvenção e novas possibilidades, de uma forma lúdica, carregada de humor e lirismo”, define Adriana. Na trama, a menina se dedica a cuidar do passarinho e, à medida que vão convivendo, se apegam um ao outro até se apaixonarem. Ele fica curado e, na hora da despedida, ele pede para que a menina o aprisione numa gaiola. Um dia a menina flagra o passarinho na gaiola, encantado com a beleza do dia lá fora e uma crise se instala entre os dois. 
 
A tentativa de prender o amor se mostra inútil e os dois chegam a uma importante conclusão. O desafio em elaborar uma dramaturgia para agradar o exigente público mirim resultou em um espetáculo que mistura teatro, dança, música, canto e contação de história. Capitaneada por Duda Maia, a tarefa contou também com a colaboração dos autores, elenco e equipe: “Este trabalho é de fato uma criação coletiva, onde todos opinam e trazem ideias, o que é muito enriquecedor. Só consigo ter criatividade nesse lugar de troca e experimentação”, explica. Com longa e premiada carreira como diretora de movimento, Duda criou uma partitura coreográfica que costura toda a encenação, exigindo um intenso trabalho físico dos atores. “Em determinados momentos, a história avança unicamente através da movimentação e expressão corporal dos atores”, revela. Em outros, Carol e Pablo intercalam o texto com a interpretação de seis canções, com letras de Adriana Falcão e Eduardo Rios. Todas levam a assinatura do compositor Ricco Viana, diretor musical do espetáculo, responsável ainda pelos temas instrumentais, que permeiam praticamente todo o espetáculo. 
 
Além de dançar, cantar e interpretar o texto, ora como personagens, ora como narradores, os atores ainda manipulam o cenário, montando parte da estrutura em cena. Criada pelo artista plástico João Modé, a cenografia é na verdade uma instalação artística: além de um banco comprido e um trapézio, que servirá como poleiro para o passarinho, uma grande caixa se transformará na gaiola, peça central da trama. O quebra-cabeça da dramaturgia montado a partir de cada um dos elementos cênicos, conta também com a luz de Renato Machado, recortando cenas e acentuando os diversos climas do espetáculo, e ainda com o figurino de Flavio Souza, que remete ao universo dos cartoons, com cores e muitos detalhes, como a cabeleira em forma de ninho da menina. “O espetáculo tem uma estrutura que pretende agradar a qualquer faixa etária. Tanto os adultos, que podem se identificar com a história, assim como crianças a partir de oito anos, que irão acompanhar o texto e criar um diálogo com os adultos. E mesmo os pequeninos, que talvez não acompanhem a fala, mas certamente se encantarão com os elementos estéticos, visuais e sonoros”, acredita Duda.