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Forfun

Músicas: 53
Álbuns: 9
Acessos: 34.266
Site: www.forfun.art.br/alegria/




Forfun é uma banda do Rio de Janeiro, formada no ano de 2001. No início, o som do grupo era influenciado por bandas de pop punk da Califórnia, como o Blink 182 e o Green Day. Desde 2008, com o lançamento de seu segundo disco — Polisenso, a música do Forfun está mais ligada a ritmos latinos,africanos e jamaicanos, unidos a elementos eletrônicos, mas tudo sem deixar de lado o contato com o rock.

O nome da banda surgiu da expressão "for fun", que em português significa "por diversão", usada como um pseudônimo pelo grupo de amigos que andavam de skate e surfavam juntos para se auto-denominar, grupo do qual os integrantes da banda faziam parte na época.

Iniciada como um trio, no ano de 2001, era composta por Danilo Cutrim na guitarra e vocal, Vitor Isensee no baixo e Bruno Tizé na bateria. Os ensaios aconteciam na clássica “lage” do Tizé, na Tijuca, Rio de Janeiro. Com a primeira formação fizeram duas apresentações, nos lendários Black Night e Casarão Amarelo. Após alguns meses, Bruno sai da banda, sendo substituído por Nicolas Christ, um antigo amigo de escola de Danilo e baterista de várias outras bandas, como Acesso de Raiva, Riveraid, e 15 Kelvin, banda na qual os dois chegaram a tocar juntos, em 1998. Com boas expectativas, ligaram para um grande amigo, Thiago Niemeyer, vocalista da banda Darvin, que os levou até o estúdio de Breno, baterista, da Darvin na época, em Niterói, onde tiveram sua primeira experiência com gravação. Em dois dias gravaram quatro canções, e na mesma semana, contando com a ajuda de mais um grande amigo, Flash, colocaram no ar o primeiro site da banda. No mesmo ano fizeram novas gravações e lançaram duas canções num CD demo, que vendiam por cinco reais nos concertos. Paralelamente, divulgavam as músicas através da internet, no boca-a-boca, e de todas as maneiras possíveis.

Em seguida, a banda tem mais uma mudança de formação: Vitor vai para a segunda guitarra e Rodrigo Costa assume o baixo, passando também a dividir os vocais com Danilo.

Em 2003, conseguiram dinheiro para gravar um álbum com 12 faixas, e, em fevereiro, começaram a produzir o “Das Pistas de Skate às Pistas de Dança” (trabalho de estréia, considerado não-oficial pela banda), no estúdio Hanói, em Botafogo. Na época conheceram também Victorino James, idealizador do selo Dry-Ice Records, que tomou amizade pela banda. James, embora novo na área musical, já tinha a experiência de ter produzido e distribuído pelo Brasil duas coletâneas de Hardcore (Gritando HC 1 e 2). Ele se interessou pelo som da banda e fechou a parceria com eles para distribuir pelo seu selo o “Das Pistas de Skate às Pistas de Dança” por todo o país. Já com o álbum lançado, continuaram com shows para divulgar as músicas. Começaram a produzir os primeiros vídeos da banda usando as cenas gravadas nos shows e nas viagens, estava formada a “Na de 1 Produções”, que teria fim três anos mais tarde. E no final daquele ano tiveram uma grande conquista: tocar fora do estado pela primeira vez, no Festival Extreme Nuts, em Curitiba - Paraná, com Food 4 Life, A-OK, Aditive, e Bad Car Crash, entre outras.

A partir do ano de 2004 contaram com a ajuda de vários amigos pelo Brasil, que os divulgavam em sites, tais como: Punknet, Lbvidz, entre outros. Graças à essas iniciativas de amigos e fãs, produtores de shows do underground, como o Piu, de São Paulo, Adriano e Sérgio, de Curitiba, Felipe Snipes e Iguito, de Recife, começaram a os requisitar, assim tiveram oportunidade de tocar em várias cidades pelo Brasil.

Em 2005 tiveram a sorte de cruzar no caminho do Liminha (músico e produtor), que enxergou o talento dos rapazes e produziu o primeiro álbum oficial da banda, o "Teoria Dinâmica Gastativa", nos estúdios Supermusic (selo filiado a Universal Music Brasi). Algumas letras eram um pouco mais maduras que a do CD anterior ("Das Pistas de Skate às Pistas de Dança"). No álbum houve ainda novas versões e regravações de músicas do trabalho antecessor. Com o sucesso do "Teoria Dinâmica Gastativa" ficaram conhecidos em todo o Brasil. Dois anos mais tarde foram convidados para participar do MTV ao Vivo: 5 Bandas de Rock, ao lado de bandas da mesma geração: Fresno, Hateen, NX Zero e Moptop. Durante o MTV ao Vivo, apresentaram ao público duas músicas do então futuro disco, "Polisenso": Sigo o Som e Gruvi Quântico.

Em 2007 decidiram procurar um espaço para o grupo, um lugar onde eles pudessem se encontrar para moldar o novo disco da banda. Encontraram numa pequena vila em Botafogo (RJ) a “Casinha” (forma com que apelidaram o QG da banda), lá criaram seu pequeno estúdio e fizeram toda a pré-produção do álbum "Polisenso". Algum tempo mais tarde seus amigos pessoais e de estrada, da banda Scracho, se mudaram para a casa ao lado, tornando o clima bem mais confortável.

No final de 2008 a banda lança "Polisenso", o segundo disco, gravado entre os estúdios AR e Atemporal, e pré-produzido no estúdio próprio da banda, a Casinha. O disco trouxe uma sonoridade bastante diferenciada dos outros álbuns, tendo agregado ao som muitos elementos eletrônicos, e canções dos mais diversos ritmos, como oreggae, o dub, o ska, o funk e o rock. O álbum foi disponibilizado inteiro para download no site da banda, alcançando a marca de mais de 800 mil downloads. O disco também trouxe uma mudança estrutural na banda, devido à incursão no mundo dos elementos eletrônicos, o guitarrista Vitor, passou da guitarra para os sintetizadores e programações de efeitos, atuando na velha função apenas nas canções antigas, nos shows. Dentre as influências citadas pelos próprios integrantes na composição do disco estão: Novos Baianos, Jorge Ben, Nação Zumbi, 311, Red Hot Chili Peppers, Bob Marley, Sublime, entre outros. O grupo carioca se viu entre a compreensão e a rejeição de seu antigo público e a admiração de novos ouvintes. O disco alcançou a glória na mídia televisiva em outubro de 2009, quando a banda foi escolhida como A Melhor Banda De Rock no Video Music Brasil (VMB), premiação da MTV. Mesmo no fim do ciclo Polisenso, ainda restaram frutos para serem colhidos, tiveram o clipe da música "Cigarras" indicado no Concurso Caixa de Clips, promovido pela Televisão América Latina, que tinha como meta premiar os melhores clipes independentes da América Latina, o Forfun foi o grande campeão da categoria Avançado (artistas com três ou mais álbuns lançados).

Amadurecidos, era de se esperar que o trabalho seguinte surgisse como tal. E assim foi. Lançado em 2011, o terceiro álbum da banda, intitulado "Alegria Compartilhada", que teve produção de Daniel Ganjaman, ergueu à tona a brasilidade do grupo. Também se percebe uma forte presença de influências africanas. O World Music nítido no disco veio para deixar de vez no passado o estilo Punk Rock Californiano que marcou o ínicio da banda. O álbum contou com as participações de Black Alien, rapper, ex-integrante da banda Planet Hemp; Guto Bocão, mestre de bateria da Vai-Vai; Tiquinho, trombonista do grupo Funk Como Le Gusta; Fernando Bastos da Orquestra Brasileira de Música Jamaicana; Paulinho Viveiro que toca trompete na banda do Seu Jorge e Daniel Ganjaman, que além de produzir o álbum, participou de algumas faixas tocando teclado e até cantando como backing.



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