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Mosquito

Músicas: 1
Álbuns: 9
Acessos: 1.732


O banjo tatuado nas costas estampa a maior paixão do jovem franzino, ainda com cara de garoto: o samba. Através dele e principalmente dos versos de seu Partido Alto, Mosquito começou a ganhar seus primeiros trocados pelas rodas da Ilha do Governador - seu bairro natal, encantou Vincent Cassel, Luciano Huck, Ronaldo Fenômeno, Vik Muniz e Queen Latifah, dividiu palco com Caetano Veloso e agora lança seu primeiro CD pela Sony Music, já com duas canções – “Ô sorte” e “Não enche” (composição de Caetano) nas novelas “Babilônia” e “I Love Paraisópolis”, respectivamente.

Produzido pelo renomado Max Pierre, o álbum “Mosquito” é irreverente, quase todo autoral, divertido e tem participações especiais de seu padrinho e parceiro Xande de Pilares em “O amor mandou dizer” e do seu maior ídolo, Zeca Pagodinho na faixa “Atalho”. Aliás, a semelhança física com Zeca no início da carreira é impressionante, assim como as influências do sambista na sua musicalidade.

Candeia, Cartola, João Nogueira, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Cazuza e Cassia Eller são outras das principais referências do cantor que apesar de fincado no samba tem pretensões de andar de braços dados à MPB, o que é comprovado no primeiro álbum. “É um disco que está sendo esperado há muito tempo pelas pessoas da música. Muita gente da minha geração vai ficar boquiaberta. Ele é um artista bacana, muito legal, que já chega de forma diferente no samba: sendo solista. O sucesso dele é bem-vindo”, opina Seu Jorge.

Além das faixas nas novelas e dos duetos, a canção “Só por hoje” merece destaque especial no CD. Inclusive, foi através dela que o artista caiu nas graças de Caetano Veloso. “Conheci Mosquito através dessa música e fiquei maravilhado com o autor e o cantor. A expressão só por hoje, que vem precedida de um "lê-lê-lê" que abre caminho no nosso coração, é muito conhecida de grupos de alcoólicos anônimos e narcóticos anônimos - o que faz o canto de amor passar a ser lido como um desabafo sobre dependência. Isso sem perder a mão no desenvolvimento do samba fluente e emocionado”, conta Caetano Veloso.

O tropicalista confessa que ficou tão apaixonado pela canção que tentou gravá-la. “Mas, percebi que fica bonito mesmo é com Mosquito cantando com sua voz pura e límpida, muito jovem, mas dominada até o âmago pelo sotaque do samba carioca de raiz”, acrescenta.

Antes de encantar figurões da MPB como Caetano e Seu Jorge, Mosquito já alegrava muita gente com suas rimas afiadas, rápidas e certeiras aliadas à sua versatilidade musical. Num belo dia, resolveu ir ao show de Pretinho da Serrinha com participação de Xande de Pilares na Lagoa, foi convidado para subir no palco e conquistou a plateia, incluindo a empresária Paula Lavigne.

A partir disso, Mosquito alçou vôos mais altos e se tornou figura carimbada nas famosas cantorias comandadas por Paula. Ele cantou na inauguração da Cidade Matarazzo em São Paulo, foi uma das principais atrações num show histórico no Alto Leblon – ao lado de Pretinho da Serrinha, Dônica, Baby do Brasil, Otto e do próprio Caetano- e segue, querendo viver na cadência de um samba bom. “Minha maior pretensão na vida daqui para frente é só cantar”, resume Mosquito.



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