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G5

Músicas: 4
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Quando o assunto é pagode de primeira, a zona norte do Rio de Janeiro se mantém imbatível no posto de celeiro dos melhores grupos do gênero. E é desse berço do samba que surge o mais novo nome de destaque na cena, o grupo G5.

O quinteto formado por Dudu (voz), Diogo (cavaco), Vicente (pandeiro), PC (tantã) e Rogério (bateria) – o “grupo dos cinco amigos da ZN” que deu origem ao nome - é mais um representante dessa novíssima geração de pagodeiros nascida e criada nos subúrbios cariocas, bebendo da fonte dos mestres da geração 80, como Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho, e precedidos pelo pagode romântico da geração 90, como o Grupo Revelação.

O pagode do G5, legítimo representante da geração 00, reverencia suas raízes, traz o romantismo com a malícia suburbana, mas também flerta com o pop, um diferencial que permeia a carreira do grupo. Prova disso é a regravação de `Quase sem querer`, sucesso do Legião Urbana. “Em nossos shows, fazemos versões de hits de bandas como Cidade Negra, Legião e O Rappa. E essa ficou sendo nossa marca, sempre aproximando o rock e o pop do pagode, que é mesmo a nossa praia”, diz o vocalista Dudu, que declara ainda ser fã de intérpretes como Djavan, Ed Motta, Pedro Mariano e Alexandre Pires: “são nomes que me inspiram a cantar cada vez melhor”.

O G5 tem uma trajetória peculiar: antes de ser fundado, todos os integrantes já viviam de música e o grupo começou dentro dos estúdios de gravação. “Eu gravava vocais de apoio e os outros tocavam seus instrumentos em discos de vários grupos de sucesso, até que há uns dois anos resolvemos gravar por conta própria. Para gravá-las, reuni a minha rapaziada, o grupo dos cinco amigos e assim nasceu o G5”, conta Dudu.

Como os integrantes do G5 já circulavam no meio do samba, não demorou muito para essas músicas chegarem aos ouvidos da galera e uma delas, a faixa A vida não é brincadeira (de Marcelo Penna e Thiago Procópio), despontar naturalmente como single, tocando na principal rádio de samba do Rio antes mesmo do CD existir. Os shows foram se multiplicando e o grupo decidiu gravar o repertório ao vivo já em seu disco de estreia.

O repertório traz, além do primeiro single já citado, a faixa Dor de amor não mata (um pagode com pitadas de sertanejo universitário, de Thiago Soares/Vinícius Vian/Edgard do Cavaco), Bom comportado (também de Thiago Soares/Vinícius Vian) e O quê que é (Carlos Caetano/Adriano Ribeiro). O veterano Altayr Veloso assina Tem jeito não e, de Carlos Cola e Alexandre Ioro, a bela Minha alma ainda é sua. O disco traz ainda outra regravação: Ouro pra mim, uma preciosidade do hitmaker dos anos 80, de Peninha.

Reunir um grupo de bons músicos, fazer shows, gravar um disco ao vivo e tocar no rádio. Tudo que muitos pagodeiros em início de carreira querem, aconteceu de forma muito natural para o G5. Os genes do samba do subúrbio carioca podem contribuir, mas tudo indica que esse quinteto nasceu mesmo destinado ao sucesso.



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